O Jiu-Jitsu como instrumento na luta contra a depressão, com Jonathan Renan

Treinar com freqûencia, se desafiar nos rolas e buscar sua melhor versão são combustíveis para os praticantes evoluírem no Jiu-Jitsu. Contudo, essas ações vão além das valências no tatame, pois está diretamente relacionada ao cuidado com a saúde mental.

É isso que defende o professor Jonathan Renan, sócio-fundador da GB Jardim Guanabara e psicólogo. Renan afirma que o aluno libera uma quantidade significativa de diversos hormônios ao longo do treino, entre eles o cortisol – hormônio do estresse.

“O Jiu-Jitsu é uma ótima ferramenta para aliviar o estresse porque diminui as taxas do cortisol e faz com que a gente fique mais aliviado. Então, esse é mais um dos fatores que o Jiu-Jitsu agrega”, conta o faixa-preta da GB Jardim Guanabara.

Melhora na rotina do dia a dia

Manter o corpo ativo é imprescindível para a saúde. A liberação dos hormônios permite regular inúmeras funções do nosso organismo e também proporciona uma sensação de bem-estar. Além disso, contribui para a melhora da autoestima, do autocuidado e torna o aluno mais disposto para o dia a dia. 

Com isso, o Jiu-Jitsu é uma ferramenta importante no combate à depressão e a tantos outros problemas de saúde mental que muitos enfrentam. 

“Muitas pessoas procuram o Jiu-Jitsu porque estão passando por momentos difíceis. O Jiu-Jitsu não cura a depressão sozinho, mas é um ótimo complemento. Isso ocorre devido à liberação de vários hormônios durante o treino, como a dopamina. Dessa forma, sentimos aquela sensação de prazer durante e após a atividade física. Então, isso é recompensador, o corpo reconhece isso e gera aquela sensação de tranquilidade”, finalizou Jonathan Renan.

Gabriel Almada

Fundador

Gabriel Almada tem 22 anos e é um entusiasta do mundo das lutas, especialmente MMA e Jiu-Jitsu. Formado em Jornalismo pela PUC-Rio, Gabriel é faixa-marrom de Jiu-Jitsu e une nos textos as paixões pelo esporte e pela escrita.

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