
Atletas do projeto Jiu-Jitsu for Good brilham no Sul–Americano Nogi
Atletas patrocinados pela ONG conquistam sete medalhas no evento da IBJJF.

Atletas patrocinados pela ONG conquistam sete medalhas no evento da IBJJF.

O professor Jonathan Renan, líder da GB Jardim Guanabara entende que o Jiu-Jitsu é um apoio importante para a saúde mental do praticante.

O professor Jonathan Renan defende que o Jiu-Jitsu é um esporte único que impacta na vida de seus praticantes de diversas maneiras.

O professor Jonathan Renan, da GB Jardim Guanabara, tem a missão de usar o Jiu-Jitsu como ferramenta de transformação na vida dos alunos.

Ruan Alvarenga espera enfrentar rival no card do dia 17 de novembro, no Rio de Janeiro

“Laranjinha” conta detalhes da campanha até o bronze e comenta próximos objetivos na temporada.

O Jiu-Jitsu com e sem kimono vem numa crescente impressionante ao redor do mundo. Com isso, não são todos os praticantes que optam por treinar as duas modalidades. Alguns treinam exclusivamente com ou sem kimono e deixam de lado o outro aspecto. Para o professor Jonathan Renan, responsável pela GB Jardim Guanabara, ambas modalidades são importantes, porém, se diferenciam em diversas áreas. “Desde o início, o aluno deve entender que o Jiu-Jitsu e o nogi possuem são dinâmicas diferentes, por mais que pareça o mesmo esporte. São conexões diferentes de posições, então, ao treinar os dois, você percebe que alguns fundamentos são diferentes”, afirmou Renan, em entrevista à Almada Fight Media. Do Jiu-Jitsu para o nogi Fazer a transição do Jiu-Jitsu para o nogi requer um processo de adaptação, especialmente pelas pegadas e pelo ritmo da luta, como explica Renan. “Além disso, a velocidade da luta muda. O Jiu-Jitsu é mais posicional, então você consegue raciocinar com mais tranquilidade. Já no nogi, o ritmo é mais acelerado e tem menos pegadas. Por isso, as posições devem estar ainda mais ajustadas”, contou o faixa-preta da Gracie Barra. Jonathan Renan mencionou o desenvolvimento do grappling e acredita que o sem kimono está em ascensão pelo fato das lutas entreterem mais o público e serem mais movimentadas. “Acredito que o nogi esteja crescendo bastante justamente por essas razões. O pessoal percebe que, apesar de ser bom com kimono, a dinâmica muda no grappling, então precisa treinar mais para se adaptar à modalidade”, concluiu o faixa-preta.

O professor Jonathan Renan, líder da GB Jardim Guanabara, acredita que a evolução está relaiconada ao estabelecimento de metas.

Aurelie Le Vern está às vésperas de fazer sua estreia no ADCC. A francesa garantiu sua vaga na categoria até 65kg do maior evento de grappling do mundo depois de vencer a seletiva, em fevereiro. Dessa forma, ela pode se tornar a campeã inaugural da categoria. A atleta da Six Blades terá que percorrer uma rota desafiadora até o topo do ADCC. Ela terá adversárias do quilate de Helena Crevar, Ana Carolina Vieira e Bia Mesquita como principais concorrentes. Porém, ela está confiante no alto grau de periculosidade do seu jogo. “Meu estilo de luta casa muito bem contra qualquer uma das meninas da categoria. Estou muito confiante. Minha categoria é até 65kg. Então, levo vantagem em todos os cenários onde uma luta de grappling pode acontecer”, afirmou Aurelie, em entrevista à Almada Fight Media. Evolução significativa A francesa vem numa crescente impressionante no último ano. Aurelie fez um pouso bombástico na faixa-preta e entrou de vez no radar depois de vencer o peso e o absoluto do Brasileiro Nogi 2023. Meses depois, se consagrou no ADCC Trials após emplacar cinco vitórias contundentes. Esses resultados comprovaram que Aurelie tem todas as credenciais para brilhar no ADCC. “Estou fazendo os dias serem contados. Muito feliz e abençoada por mostrar meu trabalho sem kimono que venho fazendo há um ano agora. Evolui muito meu wrestling porque antes eu não sabia sequer dar um double-leg. Além disso, eu estou muito mais justa por cima também”, contou a faixa-preta. Aurelie Le Vern pretende manter o ímpeto finalizador no ADCC e a expectativa dela é de fazer duelos de tirar o fôlego. “Deem uma moral aqui para a loirinha francesa (risos). Luto para frente com pressão e em busca da finalização. Então eu sou a atleta a ser assistida”, disse a craque.